Cada
dia que passa parece que o mundo regride, mortes, violência de todos os
tipos, falta de humanidade. O ser afunda nos seus interesses, as
questões de valor moral e ético ficaram banais, vindo a serem destruídas
na primeira esquina, aquela bem próxima de nós, Seja a construida pelas
mãos do homem ou a que é edificada por meio de nossas ações.
É nas esquinas que escondem as surpresas da vida. É através delas, que nos deparamos com o inacreditável de nossa existência, o bem ou o mal. Avaliemos: "caminhamos sem pensar em nada ao dar a curva de uma esquina nos deparamos de supetão com algo que pode ser bom ou ruim..." E ai! o que fazer?
Sabemos
que algumas dessas situações, nós a criamos por meio de nosso
consciente que teima em desenvolver complicações pré- conceituais em
nossa vida. Essas que constrói barreiras e limites, dando formas de
igualdades e desigualdades sociais, culturais e ate mesmo morais.
A
principio normal, mas com o tempo se torna um pesadelo e caos sócio-
cultural. Em outra, palavra que resume tudo que falamos ate agora, preconceito,
a interferência que é causada na vida pessoal ou social do outro. Tema
que é polêmico e ultrapassado... Porém, jamais deixou de existir.
A
sociedade avaliada como parte de um todo, pode- se encontrar diversas
atitudes que separam uns dos outros, define quem é ou não. No entanto
ação que nem deveria existir, por exemplo: O que interfere em mim? A
cor, raça, desejo sexual de alguém ou se fosse o contrário! Perda de tempo...
Esse
assunto é muito complexo e bastante longo, sempre tem algo para se
comentar. Mas antes de mudar um pouco de foco é importante da ênfase
numa coisa; Devemos acabar de vez com esse sentimento que começa no EU ACHO... EU PENSO... Parar disso é fundamental. Partir conhecer primeiro, não ficar em cima do murro ou com teoria imaginaria.
Agora
Falando de outro assunto que podemos encontrar também na curva dessas
esquinas: Violência, um tema que vem a cada dia crescendo nas ruas de
nossas cidades, seja ela grande ou pequena.
Por
um lado números são alarmantes de casos de crueldade corta o
semelhante, por outro o sentimento de impunidade faz com que o culpado
mergulhe mais e mais nesse mar de hostilidade.
Enquanto
a polícia realiza seu trabalho perfeitamente, a lei deixa brechas para
que esses faltosos fiquem soltos e a sociedade fique encarcerada nos
seus medos dentro de casa, temendo ser o próximo da lista.
Geraldo Costa





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