A
Paraíba foi o estado do Nordeste que mais solicitou registrou de
patentes de invenções no Instituto Nacional de Propriedade Industrial
(INPI) em 2017. Somando as invenções (177) com os registros de modelos
de utilidade (26), foram 203 solicitações de patentes catalogadas no
estado, um crescimento de 153,75% em registros comparado ao ano de 2016,
quando foram 80 pedidos de patentes fichados no INPI.
Em
relação ao Nordeste, a Paraíba fica atrás apenas de Pernambuco, que
catalogou 223 solicitações de patentes em 2017. No ranking nacional, o
estado é o oitavo que mais registra solicitações no INPI.
Outro
número relevante apresentado pelo instituto é que os paraibanos são os
que mais registram patentes de programas de computador na região
Nordeste.
De
acordo com Nilton Silva, coordenador Núcleo de Inovação e Transferência
Tecnológica (NITT) da Universidade Federal de Campina Grande, passaram
pelo campus da UFCG sete dos 52 programas de computador registrados na
Paraíba no ano passado. “O número confirma o porquê do estado se chamar
‘Parque Tecnológico’”, diz Silva.
A propriedade intelectual, invenções e
modelos de utilidade, por exemplo, são criações que podem ser protegidas
ou patenteadas a partir de um processo que é aplicado pelo inventor no
Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). O instituto explica o passo a passo de como registrar uma patente.
Em 2017, o G1 conferiu
que o Brasil fechou 2016 com um estoque de mais de quase 244 mil
patentes e 422 mil marcas aguardando análise de registro. Onde foi
visto que a lentidão desses processos afeta a competitividade e a
capacidade de inovação da indústria nacional, segundo especialistas.
Para
analisar uma marca, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial
(INPI) demora cerca de 30 meses. Para patente, o prazo médio é de 10,8
anos, deixando o país na 30ª posição do ranking mundial de patentes. Os Estados Unidos, primeiro colocado, leva em média 2 anos e meio para analisar um pedido.
Fonte: G1/PB





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