A Secretaria de Estado da Saúde (SES)
divulgou nessa sexta-feira (25) novo boletim da gripe (influenza),
referente ao período de 1º de janeiro a 23 de maio deste ano (1ª até 20ª
Semana Epidemiológica), com recomendações para os profissionais de
saúde e a população em geral para que intensifiquem as medidas e ações
de controle para evitar a transmissão da doença.
De acordo com o boletim, foram
notificados na Vigilância Universal para Influenza 154 casos para
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), dos quais 12 foram confirmados
para influenza sazonal, sendo três para o agente etiológico influenza A
do subtipo H3N2; seis influenza A do subtipo H1N1pdm09 e três para
Influenza B. Para outros agentes etiológicos foram confirmados 19 casos,
sendo um para Metapneumovírus; um Vírus Sincicial e 17 como SRAG não
especificadas; 40,2% (62) descartada a presença do vírus de influenza e
os demais seguem em investigação.
Quanto aos óbitos, são 25 casos
suspeitos de SRAG, sendo um com identificação viral para influenza A
H3N2 (João Pessoa); quatro para H1N1pdm09 (Cabedelo, Cachoeira dos
Índios, Pedras de Fogo e Serraria) e 15 foram descartados para o agente
etiológico de influenza. Cinco óbitos seguem em investigação.
Recomendações para a população em geral
- Recomenda-se lavar as mãos com água e sabão, especialmente antes das refeições
- Ao tossir ou espirrar, cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ou com o braço
- Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal
- Não levar as mãos sujas aos olhos, nariz e boca
- Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais/sintomas de gripe e utilizar álcool em gel quando não puder lavar as mãos.
Recomendações para os profissionais de saúde
- Devem orientar todos os pacientes com síndrome gripal para retornar ao serviço de saúde em caso de piora do quadro clínico
- Realizar classificação de risco e manejo clínico adequado seguindo o preconizado pelo Ministério da Saúde
- Monitorar todos os casos com sintomas de SRAG internos e em UTI
- Nos casos de surtos, a vigilância epidemiológica local deverá ser prontamente notificada/informada, como também a SES
- Realizar ações voltadas para Educação em Saúde com as instituições e comunidades em que atuam, de forma que cada indivíduo tenha conhecimento sobre as principais medidas de precaução e controle de infecção.
Fonte: Portal Correio





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