A música é uma das formas de arte mais apreciadas no mundo. São raras as
pessoas que não gostam de algum estilo ou mesmo de vários. Esse hobby,
além de prazeroso, traz benefícios que você nunca imaginou:
Um
estudo feito pela University of London mostrou que a música influencia
nosso modo de ver as pessoas. Logo após escutarmos músicas tristes,
enxergamos mais rostos infelizes. E quando a canção é mais “feliz”,
acabamos vendo mais alegria nas pessoas.
Ouvir música
alta não é algo muito agradável quando temos que pensar, mas em um
volume moderado, de som ambiente, a música pode se tornar uma poderosa
aliada da criatividade.
Um estudo publicado pela University of Chicago
revelou que a música, em um volume baixo, ajuda o cérebro a pensar
diferente. Quando temos um barulho a nossa volta, o cérebro tem que se
focar mais no que está fazendo, gerando pensamentos diferentes do que
faria sem o som, assim ficamos mais criativos, quase sem querer.
Existe uma grande discussão relacionada a isso, mas um estudo feito pela Heriot-Watt University
mostrou que o gosto musical pode influenciar, diretamente, a
personalidade. Claro que nem todas as pessoas que escutam determinado
estilo de música serão daquele jeito, mas, como em toda pesquisa, uma
média é feita:
Fãs de Blues: Autoestima elevada, criatividade, extrovertidos e gentis.
Fãs de Jazz: Autoestima elevada, criatividade e extrovertidos.
Fãs de música clássica: Autoestima elevada, criatividade e introvertidos.
Fãs de Reggae: Autoestima elevada, criatividade, não gostam de trabalhar, extrovertidos e gentis.
Fãs de Indie: Autoestima baixa, criatividade, não gostam de trabalhar.
Fãs de Rock e Metal: Autoestima baixa, criatividade, não gostam de trabalhar, introvertidos e gentis.
Fãs de Pop: Autoestima elevada, gostam de trabalhar, gentis e pouca criatividade.
Um estudo feito pela International Foundation for Music Research
revelou um fato interessante sobre o poder da música: Crianças que
estudam a arte da música desenvolvem capacidades motoras acima da média
e, obviamente, suas habilidades auditivas são melhores.
Crianças que estudam música possuem um vocabulário melhor, raciocínio lógico bem desenvolvido e boa interpretação visual.
Não é de hoje
que se estuda a influência da música em nosso cérebro durante exercícios
físicos (existem estudos do início do século XX) e agora, mais do que
nunca, sabe-se que ela pode ajudar bastante.
Segundo algumas
pesquisas, a música ajuda a “enganar” o cérebro. Quando estamos
cansados, nossa cabeça começa a enviar sinais para terminar o esforço,
só que a música cria uma distração, fazendo com que consigamos ficar
mais tempo fazendo o que desejamos. Além disso, músicas com ritmos
rápidos parecem ajudar as pessoas a correr mais rápido ou pedalar mais.
A música é melhor do que poderíamos imaginar.
Fonte: https://minilua.com/poder-musica-cerebro/




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