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A paralisação dos caminhoneiros
entra neste domingo, 27, no sétimo dia. A categoria obstruiu rodovias no
País, causando o desabastecimento de produtos e de combustível nas
cidades. Polícias estaduais, PF e tropas do Exército negociam a saída
dos manifestantes das estradas e fazem escoltas para liberar a saída de
caminhões-tanque de refinarias.
Os ministros Raul Jungmann
(Segurança Pública) e Sérgio Etchegoyen (Gabinete de Segurança
Institucional) anunciaram, na noite de sábado, 26, que a situação "está
se encaminhando para a normalidade".
Foi confirmada a participação de
patrões, empresários do transporte e distribuição, na greve. Já foram
abertos 37 inquéritos, em 25 Estados, para investigar a prática de
locaute. "E eles irão pagar por isso", garantiu Jungmann.
Em São Paulo, o governador Márcio
França anunciou um acordo para que os motoristas deixem de pagar pedágio
por eixos suspensos em rodovias estaduais. A condição é que eles deixem
as estradas e voltem ao trabalho. Os manifestantes começaram a deixar a
Rodovia Régis Bittencourt e o Rodoanel Sul, embora muitos afirmem que
não irão voltar ao trabalho e alguns permaneçam nos acostamentos.
Fonte - O Estadão





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