A página dos Procurados da Paraíba (https://procurados.pb.gov.br/)
já ajudou na captura de 53 fugitivos da Justiça no estado. Atualmente, a
ferramenta da Secretaria da Segurança e da Defesa Social (Sesds) conta
com 69 fotos de pessoas condenadas por vários crimes e tem o papel de
auxiliar as polícias no enfrentamento à violência. Por meio dela,
qualquer cidadão tem acesso à imagem dos criminosos procurados e pode
informar às forças de segurança a localização de acusados de homicídios e
outros crimes, para que sejam presos e encaminhados à Justiça. O
serviço ainda agiliza o trabalho da Polícia, pois proporciona o acesso
aos mandados de prisão de qualquer lugar do Brasil.
O endereço virtual está no ar desde outubro de 2013. Na página, estão
reunidas fotos e informações como nome, idade, filiação, apelido e
características dos acusados. Também é possível encontrar cópias de
mandados de prisão expedidos pela Justiça Estadual, que estão
disponíveis para download. Dessa forma, não é necessária a realização de
uma busca física em cartórios judiciais ou policiais a fim de obter um
mandado judicial. O acesso ao sistema de acompanhamento de mandados de
custódia pelos operadores da segurança pode ser feito de qualquer
localidade, facilitando a interação entre policiais e, por consequência,
a prisão dos procurados.
O endereço eletrônico ainda possibilita
ao usuário pesquisas específicas por regiões nos quais os documentos são
expedidos (entrâncias e comarcas) e por natureza dos crimes (homicídio,
roubo, tráfico, extorsão mediante sequestro, formação de quadrilha,
corrupção e estupro, entre outros). Também estão disponíveis contatos de
superintendências, delegacias seccionais de Polícia Civil e batalhões
de Polícia Militar da Paraíba. Para ajudar na localização dos fugitivos,
o cidadão pode denunciar através dos telefones 197 (Disque Denúncia) da
Sesds e 190 da Polícia Militar ou mandar um email para
gintel.denuncia@ssp.pb.gov.br.
“É
importante que o cidadão acesse a página de Procurados da Paraíba e
ajude a polícia nesta busca dos fugitivos da Justiça. E participar deste
processo é muito simples, se a pessoa sabe o paradeiro de algumas
dessas pessoas é só informar ligando para o 197 ou 190. Não precisa
dizer o nome nem de onde está falando porque o sigilo da informação é
garantido. Portanto para nós é fundamental esta parceria com a sociedade
para que as forças de segurança investiguem e elucidem os casos
entregando para a Justiça os responsáveis pelas praticas dos crimes”,
disse o secretário da Segurança e da Defesa Social, Jean Nunes.
Quem são os procurados
A Portaria nº 209/2013 da Seds disciplinou os critérios para a escolha, inclusão e exclusão de criminosos procurados na página. Segundo o documento, são considerados mais procurados pela Polícia da Paraíba os autores de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) – homicídio ou qualquer outro crime doloso que resulte em morte – já consumados, que apresentam alto grau de periculosidade e não estão custodiados, tendo contra si mandado de prisão decretado pela Justiça; ou ainda autores de crimes hediondos, como estupro, por exemplo, e/ou apontados como autores de crimes em vários inquéritos policiais.
A Portaria nº 209/2013 da Seds disciplinou os critérios para a escolha, inclusão e exclusão de criminosos procurados na página. Segundo o documento, são considerados mais procurados pela Polícia da Paraíba os autores de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) – homicídio ou qualquer outro crime doloso que resulte em morte – já consumados, que apresentam alto grau de periculosidade e não estão custodiados, tendo contra si mandado de prisão decretado pela Justiça; ou ainda autores de crimes hediondos, como estupro, por exemplo, e/ou apontados como autores de crimes em vários inquéritos policiais.
A seleção desses nomes é
realizada pela Gerência de Inteligência da Seds (Gintel), com base nas
informações enviadas por delegados gestores de cada uma das três Regiões
Integradas de Segurança Pública (Reisp), com sedes em João Pessoa,
Campina Grande e Patos,
por meio das suas delegacias seccionais. As autoridades de polícia
também são responsáveis por comunicar à Gintel o cumprimento ou
revogação do mandado.




